Arquivo para maio 2010
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Pierre Fatumbi Verger comprou uma casa na Bahia. Escolheu viver no bairro da Vasco da Gama, em uma casinha vermelha, com um bambuzal à frente e um quintal que guarda até hoje as plantas trazidas de suas viagens
O golpe da lista telefônica é antigo, mas ainda hoje existem pessoas que caem nele. Segundo a polícia, é aplicado por uma quadrilha paulistana.
Construído no final da década de 70 em uma área nobre da Avenida Oceânica, em Ondina, o CEFE/UFBA possuiu inicialmente campo de futebol e boa estrutura esportiva, mas sofre com o abandono
Entre 2008 e 2009, ocorreram 8.276 acidentes envolvendo motociclistas em Salvador, com 6.961 feridos e 127 mortos
151 universidades brasileiras produzem conteúdos audiovisuais em TV aberta, a cabo ou na Web. Em Salvador, três instituições de ensino superior produzem regularmente conteúdos audiovisuais.
Exposições de quadrinhos na Bahia
As histórias em quadrinhos sofrem de uma indefinição conceitual quanto ao seu status, por mais que se tenha tentado colocar em palavras claras a especificidade desse tipo de arte. Teóricos como Scott McCloud e Thierry Groensteen dedicaram parte de suas obras à conceituação das HQs, na busca por diferenciá-las das demais artes humanas. No entanto, ainda é muito comum que essa forma de arte seja tomada como uma espécie de literatura ou como um ramo da ilustração. Apesar dessa “indefinição” ser prejudicial – não há espaço nem editais específicos para os quadrinhos – ela também permite que as obras da chamada nona arte transitem tanto em livrarias e bibliotecas quanto galerias e museus. E é justamente sobre as exposições de arte de histórias HQs baianas que essa reportagem discorrerá.
Passei seis meses na Universidade de Santiago de Compostela na Galicia, Espanha no segundo semestre de 2009 e inspirada nas situações que vivi por lá e considerando que vejo meus colegas que estão prestes a viajar igualmente perdidos como estive há exatamente um ano, decidi escrever algumas impressões pessoais sobre a viagem que acredito, poderão ajudar alguém.
Quantas pessoas ainda se sentem chocadas ao ver um ser humano abandonado, sem lar e revirando restos de lixo pelas ruas da cidade? Diante do absurdo, poucos, talvez. E quantos realmente observam a quantidade de animais que vagam pelas ruas, sofrendo todos os tipos de maus tratos e abusos? Ainda menos, infelizmente.