Educação Ambiental, a esperança das futuras gerações.

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A 7 km da Ilha de Vera Cruz, existe um povoado, em que todos os moradores possui em seu quintal, uma parte do paraíso. Pelo menos é assim que relatam os moradores de Ponta Grossa, comunidade simples e acolhedora, que tem nos mariscos, sua principal fonte de renda. O povoado que faz parte da extensa costa litorânea da Bahia, também esconde em meio às belezas naturais, um mosaico de ecossistemas e biodiversidade de alta relevância ambiental.
Preocupado com a sustentabilidade e preservação do local, o turismólogo Almir Requião aceitou receber em sua Fundação, um projeto de Educação Ambiental.  O projeto, que busca alertar a comunidade e a  todos a seu derredor, da possibilidade desse paraíso acabar.
Representante de uma das 12 salas verdes existentes em Salvador, o projeto Manguezal meu Quintal, busca através da educaçãmg1o e intervenção socioambiental, esclarecer a importância da preservação do meio ambiente, começando pelo seu próprio habitat.
Desenvolvidas em 2003, por uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA),  as salas verdes, são espaços interativos de informação, educação, formação e ação socioambiental, situados dentro de uma instituição,  ou seja, um espaço de aprendizado para qualquer pessoa que se interesse por assuntos relacionados ao meio ambiente. O coordenador da sala verde, que sempre desenvolveu  projetos de Educação Ambiental (E.A), na cidade que nasceu, fala sobre a escolha do nome da sala, “Esse é nosso quintal, o ambiente  que propiciou o nome da nossa instituição. Temos no fundo de casa,essa beleza, esse vasto manguezal, com muitas garças, muitas aves, e marisco a vontade, vendo esse lugar tão lindo veio a inspiração”, lembra seu Almir. mague
A sala funciona todas as tarde, de segunda a sexta-feira, com duas professoras  volutárias, que trabalham com as crianças do povoado, a educação formal e ambiental. No quintal da instituição, o qual deu o nome ao  projeto se faz atividades com o viveiro experimental, onde as crianças conhecem a fauna e vegetação típicas do mangue,  semeiam várias mudas de plantas da região, aprendem como mariscar sem prejudicar o meio e  respeitar o período de desova dos animais.  ”As crianças aprendem na prática como cuidar  do ambiente em que nasceu  e de todos sos seres vivos do mangue”, afirma a professora Gislane Silva.

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Um trabalho reconhecido e acolhido pela comunidade, “Me desenvolvi e aprendi muito com seu Almir, apredemos a conhecer para perservar. Montei um grupo de teatro e sempre incluo nos temas o meio ambiente, é uma parte que temos que preservar, moramos nesse lugar marvilhoso e  é daqui que sai basicamente nosso alimento, temos que ensinar nossas crianças a preservar para o futuro”, diz Paulo Henrique, morador da comunidade e voluntário da sala verde.
Manguezal meu Quintal, tenta  mobilizar e incetivar os adultos da comunidade, a deixar velhos hábitos na hora de mariscar, o que  para o coordenador da sala, ainda é muito díficil. “Tentamos trabalhar  com toda comunidade, sempre que  Imagem1possível, contando com o apoio dos marisqueiros, fazemos mutirão de limpeza no mangue, e aproveitamos para falar  sobre como mariscar sem prejudicar o meio, mas ainda é um pouco difícil, por isso, nosso alvo principal são as crianças, precisamos criar uma mentalidade educacional nelas e elas passaram para as futuras gerações”, pontua seu Almir.
O Trabalho que por enquanto, se restringi a educação da comunidade, tem planos para  se expandir. Em parceria com a micro-empresa de ônibus  Catarina Paraguatur, do próprio turismólogo, será deselvolvido um turismo de baixo impacto, proporcionando a turista nacionais e internacionais, através de um passeio guiado, o conhecimento da contra costa local, da fauna e flora da região, sem esquecer é claro, do manguezal, parada obrigatória durante a visita. Além do intercâmbio cultural e social, as visitas  tem como proposta, atrair possíveis ajudadores e voluntários para a sala verde, já que as mesmas não tem apoio finaceiro do  MMA, que contribue apenas na distribuição de material didático. Para seu Almir a expansão do projeto pode refletir nas atividades educacionais da sala, com a possibilidade de  inclusão, até cursos profissionalizantes para as crianças e jovens do local.

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Um Comentário para “ Educação Ambiental, a esperança das futuras gerações. ”

  1. hummocks@reaching.clobbered” rel=”nofollow”>.…

    ñïñ!…

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